quarta-feira, 31 de outubro de 2018

E MARIA ME FALOU



30/10/2018  

Quatro dias por semana eu faço um trajeto em que tenho que pegar três ônibus para fazer um trabalho voluntário. Neste trajeto eu rezo o santo Rosário e, ao iniciar a rezar o primeiro terço, senti Nossa Senhora me convidar para fazer um passeio com ela. 

Eu fiquei muito assustada, porque, até então, eu estava me sentindo longe dela. Muitas vezes até murmurava porque eu estava me sentindo incomodada longe dela, já que, com sete anos, eu já gostava de rezar o terço, ir para longe, sempre me isolando no meio do mato, em cima das árvores, para ficar perto dela. 

Com o passar do tempo nos separamos: eu me aproximei mais para perto de Jesus. Parei até com aquela vontade e entusiasmo para rezar o santo terço. E agora eu aproveito esta uma hora que tenho de viagem pra ir e pra voltar, pois é um meio pra me aproximar dela e eu estou tendo a chance de ver quão grande é o valor da reza do santo Rosário. 

Pois bem! Ao perceber aquele convite, não hesitei em dar meu sim, me entreguei aos seus braços. 

Primeiro mistério –Disse Maria: “foi aqui que o Anjo me disse: Deus precisa de você, você vai gerar um Filho. Nessa hora eu assustei mas do que você, quando aceitou aceitar em vir até aqui comigo”. 

“Mas como??? Eu nunca fiquei com homem algum, a lei era rígida! Como que as pessoas iam me ver, eu grávida? Comecei a chorar mas não via outra saída. Aceitei, mas o Anjo me direcionou para casa de minha prima”. 

É o segundo mistério. “Minha prima já sabia dos planos de Deus e só me disse: “De Onde me vem a honra de receber a mãe do meu Senhor”? E as crianças pularam em nossos ventres. “É por nós que vocês estão aqui”. “Ali me senti acolhida e protegida, até que Deus preparasse o coração de José e de meus Pais. Logo que José estava pronto para cuidar de mim, eu voltei e José me recebeu e assumiu toda a responsabilidade. Que homem maravilhoso! Nunca se encontrará outro igual na terra”. 

Terceiro mistério: “aqui nasceu Jesus. Tudo foi difícil até aqui, mas aqui foi o momento trágico. Eu chorei muito! Como pode uma mulher dar à luz num lugar desses, sem luz, sem cama, sem água, sem cobertor, sem um lençol? Quanta dor”! 

Sou mãe, sei como é um parto. Nossa Senhora confortou meu coração. Deus mostrou a todos, mas ninguém quis ver. 

“Foi a estrela que iluminou este lugar, foi o parto mais lindo e digno que possa existir. Não teve parto, não tive dor. Do mesmo jeito que ele entrou na minha barriga, ele saiu, e eu continuei virgem”. 

Quarto mistério: apresentação de Jesus e purificação de Nossa Senhora. 

“Pai, estou aqui, pronto pra fazer a sua vontade!”. 

Eu lhe disse: Maria, purifica-me da maldade do mundo, da contaminação, da falta de amor, ensina-me a acolher os teus filhos! 

Quinto mistério: a perda e o encontro de Jesus. 

“O que direi ao meu Deus? Eu falhei, não dei conta seu Filho, escapou de minhas mãos! Quanta angústia e sofrimento! 12 anos ensinando e cuidando do filho de Deus!”. 

Ao encontrar o meu Filho, lhe disse: “Por que fizeste isto conosco?”. 

Ele me disse: Mãe, vá se acostumando! Preciso obedecer às ordens de meu Pai! 

Primeiro mistério da luz: João Batista batiza Jesus no Rio Jordão. Deus abre as portas do Céu e dali sai uma belíssima Pomba, que pousa no ombro de Jesus e Deus diz: “Este é meu Filho muito amado”. 

“No segundo, estávamos na festa, acabou o vinho Como eu ia deixar meus parentes passarem vergonha? ‘Filho’, eu disse, ‘o vinho acabou’! Jesus me disse: ‘mãe, minha hora ainda não chegou! Eu queria ajudar. Não sabia que estava antecipando a sua morte. Jesus, para fazer a minha vontade, realizou meu pedido. Aqui ninguém percebeu quem era Jesus ou fingia não perceber, porque tudo estava à vista de todos, mas ali havia quem percebeu o milagre. 

Terceiro mistério: Jesus anuncia o Reino de Deus e pede para que todos convertam-se. Já não tinha mais o que esconder. 

No quarto mistério Jesus se transfigura no monte Tabor. Que tristeza! Aí começa a preparação para a sua morte. Ninguém se converteu! 

Quinto mistério: Jesus institui a Eucaristia e cheguei ao meu destino. Encontro Jesus exposto na Capela entre lágrimas. Chego perto de Jesus e rezo o último mistério na presença de Jesus e Maria.

Maria Helena Silva De Sena:


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

OBEDIÊNCIA



Obediência de Deus e Desobediência humana.

Estou passando por um momento muito sério na minha vida, em tenho que tomar uma séria decisão. Creio eu que esses momentos são os que os santos chamavam de noites escuras.

Como encontramos dificuldades para servir a Deus! Como tudo é motivo de sofrimento! É só com a ajuda, a força e a misericórdia de Deus que conseguiremos dar 100% da nossa vida para Deus e acho que nem mesmo assim conseguimos, viu?

Deus se fez homem veio morar na terra por obediência e que obediência!

Pensa que parou aí? Não parou, não! Continua obediente, e obedecendo até ao ser humano, pobre pecador limitado!

Hoje, estando na capela, quase morri de tanta vergonha ao deparar com esta realidade: eu, toda chorosa, achando que estava consolando o Coração de Jesus. 

Sabe o que ELE me mostrou? Ele está noite e dia ansioso, atento ao chamado de um sacerdote,  para poder vir ao nosso encontro, pois um sacerdote pode fazer a diferença entre sua vinda ou seu atraso.

Gente, eu fiquei encantada! Quantas vezes Jesus desce a nós todos os dias por invocação de um sacerdote na Santa Missa! E Ele vem por amor, sem reclamar!

10/11/2017- Maria Helena Silva De Sena

CUIDADOS DE DEUS

10/11/17



Deus precisava vir à terra para falar, ensinar, corrigir, admoestar e ensinar como Ele queria que nos vivêssemos.

Mas o Pai não queria colocar Jesus em qualquer lugar; então, com todo carinho, preparou Maria, virgem bela e sem pecado, ventre puro, cheia de amor de carinho e fidelidade, isto tudo preparado por Deus. 

Jesus foi uma criança como nós, nove meses no ventre de uma mulher com nós. No dia em que Ele entrou no seu ventre, mudou toda sua vida, pois ali estava o rei e, como sempre, aí começou a sua dor. Gravidez mal entendida, mas o pior momento foi a hora de seu nascimento, porque nem na sua casa ele pôde nascer,  nem num hospital com médicos a seu lado, nem mesmo uma parteira! Faziam companhia uma vaca, os parentes de Belém, um burro... meu Deus! Aí começa a tristeza! Deus preparou um ventre todo especial, sem a mancha do pecado original, seres humanos  de corações duros.

Deus, com sua infinita bondade, planejou tudo durante 30 anos, como seu filho ia se manifestar neste mundo de gente perversa, sem machucar seu filho amado. Jesus já completara seus 30 anos sem nada poder fazer, porque Deus sabia o que o ser humano é capaz de fazer, até que chegou a hora da sua manifestação. Ele tinha que cumprir a missão que Deus designara.

Coitado! Que decepção! Só teve o prazer de ensinar por três anos, pois os malvados seres humanos lutavam para planejar os planos diabólicos para dar fim na pessoa de Jesus e Jesus, com todo amor, planejava seus planos de misericórdia. Queria continuar no nosso meio, mas como? Se os malditos seres humanos não O aceitavam! Ah mas Ele é mais esperto, mais inteligente, e se fez hóstia Santa, Hóstia consagrada, que pelas mãos e poder de um sacerdote e do Espírito Santo desce do céu em todas as missas.

Que pena que muitos ainda não têm esta convicção de que Deus está presente na Eucaristia! São Pedro Julião Eymard diz que a maior tristeza de Deus é quando seu Filho entra pela primeira vez numa alma despreparada: ele a compara com um cadáver decompondo . Agora imagine a tristeza Dele ao ver Seu Amado Filho entrando nas almas com pecados não confessados! Na primeira comunhão, quem comunga despreparado é inocente, porque não é culpa dele, mas e nós,  que vamos conscientes comer a carne, que nos salva ou nos condena, imersos no pecado?

Pensemos nisto! Estamos prestes a entrar no tempo do advento, preparação para a comemoração de 2018 anos do nascimento de Jesus, que nasce todos os dias no nosso coração e alimenta nossa alma.

Que este ano criemos consciência e nos preparemos para não mais aborrecermos Deus com nossas imperfeições espirituais, e sejamos honestos com nossa, porque cada ano que passa é um a mais pra decidirmos para onde queremos ir, e um a menos para decidirmos aonde queremos chegar, isto é, um ano a mais pra irmos pro céu e um ano a menos para ficarmos na terra.

Louvado Seja nosso Senhor Jesus Cristo.

sábado, 15 de abril de 2017

CONVERSÃO

SE NÃO HOUVER CONVERSÃO, A 3ª GUERRA MUNDIAL VEM AÍ! LEIA AS MENSAGENS DE MARIA EM MEDJUGORJE:

quarta-feira, 29 de março de 2017

A SEMENTE ESMAGADA

(revisada por um amigo)
Era 25 de março, dia da Anunciação do Anjo a Maria e eu estava passando por um momento difícil . Senti, então, Jesus me mostrando o que aconteceu no dia da Anunciação do Anjo, ou seja, no dia de sua Encarnação aqui na terra:
“Hoje eu entrei como numa sementeira no útero de minha mãe, fiquei ali por nove meses e nasci. Assim também acontece com a natureza: o trigo entra na terra, um simples grãozinho, nasce, cresce e é colhido, é moído, vira farinha. O mesmo acontece com a uva: entra como um grãozinho, cresce, dá o fruto, é esmagada, moída, curtido e se transforma em vinho. Eu nasci, cresci, fui esmagado, crucificado, morto, mas ressuscitei. Agora isso está acontecendo com você: nasceu de uma semente, cresceu, está sendo amassada, pisoteada, mas isso é preciso para se santificar”.

Eu fiquei encantada com essa maravilhosa meditação. Foi um momento muito lindo, que não dá para descrever. Todo sofrimento equivale a esse processo de purificação do fruto, a fim de que possa servir melhor. O sofrimento é a nossa purificação, o esmagar do fruto, a fim de que dali possa brotar uma santidade agradável a Deus. Diz Hebreus 12, 10, que Deus permite o sofrimento na nossa vida “ Para que possamos nos purificar a fim de que Ele possa nos transmitir sua santidade”.

sábado, 21 de janeiro de 2017

AO CORAÇÃO DE JESUS

                                                        


Senhor Jesus, vós nos destes uma prova de amor concreta, consistente, sem possibilidade de refutação, que é ter se deixado trucidar por nosso amor!

Quando eu sofro, não tenho escolha de livremente escapar do sofrimento, como que por um passe de mágica! A única opção que tenho é aceitar ou rejeitá-lo com imprecações, palavrões ou choradeira covarde!

Entretanto, Senhor Jesus, vós fostes, sois e sempre sereis Deus e poderíeis ter saído e escapado de todos os sofrimentos que vos impuseram! Mas porque nos amais, deixastes que fizessem convosco o que bem entendessem. É a isso, Senhor, que eu chamo de “Amor”!

Eu sempre estou dizendo que vos amo, mas com que tibieza, covardia, falta de empenho e falsidade eu o faço! É como que se eu realmente não vos amasse!

É-me tão fácil falar, Senhor: “Eu vos amo!” Mas é tão difícil concretizar essas palavras com a ação, com uma aceitação amorosa do sofrimento, da presença e necessidades das pessoas e dos problemas que me arrasam!

É, Senhor, “me arrasam” mesmo! Isso acontece porque eu não abraço isso tudo com um verdadeiro amor!

Minhas atitudes vos dizem, na verdade, que eu quero voas amar desde que eu não sofra, não fique doente, não fique pobre, não me aconteça nada de mau!

Isso não é amar como vós amais!

Senhor Jesus, eu vos peço a graça de vos amar seja qual for minha condição de saúde, social, psicológica, material, esteja eu onde estiver, seja qual for a minha vida!

Quero vos amar, como diz Santa Teresinha, e me alegrar, quer esteja eu “no mais luxuoso palácio ou na mais triste prisão”!

poesias de Fidêncio Bogo




VOSSA PRESENÇA, SENHOR!



01/12/16
A alegria de vossa presença, Senhor,
invade-me por inteiro e me seduz,
envolve-me em vosso imenso amor,
alivia e minimiza minha cruz!

A alegria de vossa presença, Senhor,
invade-me por inteiro e me seduz,
envolve-me em vosso imenso amor,
alivia e minimiza minha cruz!

A alegria de vossa presença, senhor,
é a mais pura e palpável realidade,
atrai-me como a abelha a flor,
abraça-me num manto de bondade!

Do nascer ao pôr do sol eu me alegro,
a paz acompanha o meu dia,
a qualquer lugar eu me integro,
em qualquer desafio eu ponho harmonia.

Vejo os pássaros cantarem no deserto,
colho doces frutos nos pés de espinhos!
Pra mim nada está longe, tudo está perto,
no sofrimento sinto vosso carinho!

A alegria de vossa presença, Senhor,
é tudo o que peço nesta vida!
Imerso na alegria de vosso amor,
consigo animar com muito ardor
todos os que têm a esperança perdida!
Irmão Teófilo Aparecido de Jesus


TARDE PACHORRENTA


11/12/16
A tarde, cansada e pachorrenta,
é a própria imagem do meu coração!
De Deus minha alma está sedenta,
simplesmente olho as nuvens, sem outra ação.

O dia foi pesado e aborrecido,
muitas coisas pediam minha atenção.
Diante de Deus me sinto fortalecido,
quero curtir esta hora de solidão.

O silêncio me transporta ao paraíso,
a tarde sisuda me leva a Jesus!
Quando ele vem sem qualquer aviso,
plenifico-me todo com sua luz.

Quando ele se oculta eu me sinto carente,
busco a Palavra nas Santas Escrituras,
pois mesmo quando ele parece ausente,
permanece no íntimo das criaturas.

Peço ao Senhor, sem nunca me cansar,
que nunca me prive de sua presença!
Que ele me faça sempre o amar,
que nunca me atinja a indiferença!
Irmãop Teófilo Aparecido de Jesus

O AZUL DESSA FLOR


17/01/17

O azul dessa flor me incomodou,
o azul dessa flor me fez parar!
Beleza efêmera, pouco durou,
mas me fez chorar, me fez pensar!

Nascida na agrura do concreto,
isolada num cantinho da calçada,
nunca vi algo tão discreto
tornar minha mente balançada.

Minha vida é como essa florzinha,
que hoje existe, amanhã não mais!
Mas sua foto, mostrando-a escondidinha,
vai perdurar, não se apagará jamais!

Espero também que minha obra
perdure para além de minha morte,
que não seja qual simples sobra,
que ainda a muitos anime e conforte!

Irmão Teófilo Aparecido de Jesus

segunda-feira, 11 de maio de 2015

AMIZADE



(15/03/15)
(poesia enviada por um amigo)

Teu claro sorriso e aperto de mão
Tiraram as ferpas do meu coração.
As horas passadas contigo ao meu lado,
mostraram-me às claras
quão bom ser amado!

Amiga, eu lhe digo: difícil é viver
sozinho e cansado,
sem muito querer,
sem ninguém que me ouça,
 me escute falar,
que anime e conduza
este meu caminhar!

Consagrada amiga,
esta nossa amizade,
é sinal sagrado
de real caridade,
testemunho santo
de um amor fraterno,
neste mundo insano,

santa luz do eterno!

(Irmão Teófilo Aparecido)

VOLTAR-SE PARA DEUS

A humanidade tem necessidade de voltar-se para Deus, diz Dom Odilo 
Santa Missa com Dom Odilo
domingo, 10 de março de 2013, 9h56 

 Dom Odilo presidiu a Santa Missa na sua igreja titular em Roma

Daniel Machado
Enviado especial a Roma

O Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer

Neste domingo,10, os Cardeais presentes em Roma para os trabalhos do Conclave celebraram a Eucaristia nas igrejas das quais são títulares. Ás 10:30 desta manhã (horário de Roma), o Cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, presidiu a Santa Missa em sua igreja titular, a de Santo André no bairro do Quirinal.

Além da comunidade italiana, muitos brasileiros estiveram presentes na celebração, como o embaixador do Brasil Junto a Santa Sé, Almir Franco de Sá, e o fundador da Comunidade Shalom Moysés Azevedo.

“Nossa, quantos jornalistas querendo participar da Missa”, brincou o Cardeal referindo-se ao batalhão de jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas de todas as partes do mundo presentes na igreja.

Homilia

Em sua homilia Dom Odilo recordou a importância da reconciliação com Deus, tema deste 4º Domingo da Quaresma. “Reconciliacão é reconstituir o que foi rasgado pelo pecado. Conversão é mudar o rumo da nossa estrada, mas é também reconstruir, fazer tudo novo”, disse Dom Odilo

“Deus, no Antigo Testamento, usou dos profetas para dizer ao povo: ‘Voltai-vos novamente para o Senhor’. Este apelo de Deus ainda é forte nos nossos tempos, que vive como se Deus não existisse”, recordou Dom Odilo


Fazendo alusão ao Evangelho deste domingo, que tem a parábola do Filho Pródigo como reflexão central, o Cardeal salientou que Deus não nos espera com um ‘chicote’ na mão, pelo contrário, espera-nos com os sinais do perdão e da dignidade. “Deus faz festa com o nosso retorno. Ele nos devolve a dignidade, nos reveste com vestes novas, anel e sandálias nos pés”, salientou o Cardeal

A humanidade tem necessidade de voltar-se para Deus, diz Dom Odilo 
Santa Missa com Dom Odilo

domingo, 10 de março de 2013, 9h56 

 Dom Odilo presidiu a Santa Missa na sua igreja titular em Roma

Daniel Machado

Enviado especial a Roma

O Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer

Neste domingo,10, os Cardeais presentes em Roma para os trabalhos do Conclave celebraram a Eucaristia nas igrejas das quais são titulares. Ás 10:30 desta manhã (horário de Roma), o Cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, presidiu a Santa Missa em sua igreja titular, a de Santo André no bairro do Quirinal.

Além da comunidade italiana, muitos brasileiros estiveram presentes na celebração, como o embaixador do Brasil Junto a Santa Sé, Almir Franco de Sá, e o fundador da Comunidade Shalom Moysés Azevedo.

“Nossa, quantos jornalistas querendo participar da Missa”, brincou o Cardeal referindo-se ao batalhão de jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas de todas as partes do mundo presentes na igreja.

Homilia

Em sua homilia Dom Odilo recordou a importância da reconciliação com Deus, tema deste 4º Domingo da Quaresma. “Reconciliacão é reconstituir o que foi rasgado pelo pecado. Conversão é mudar o rumo da nossa estrada, mas é também reconstruir, fazer tudo novo”, disse Dom Odilo

“Deus, no Antigo Testamento, usou dos profetas para dizer ao povo: ‘Voltai-vos novamente para o Senhor’. Este apelo de Deus ainda é forte nos nossos tempos, que vive como se Deus não existisse”, recordou Dom Odilo


Fazendo alusão ao Evangelho deste domingo, que tem a parábola do Filho Pródigo como reflexão central, o Cardeal salientou que Deus não nos espera com um ‘chicote’ na mão, pelo contrário, espera-nos com os sinais do perdão e da dignidade. “Deus faz festa com o nosso retorno. Ele nos devolve a dignidade, nos reveste com vestes novas, anel e sandálias nos pés”, salientou o Cardeal

MADALENA GABRIELA CANOSSA

Madalena Gabriela Canossa nasceu no dia 1º de março de 1774 na cidade italiana de Verona, que pertencia à sua nobre e influente família.
Seu pai faleceu quando tinha cinco anos. Sua mãe abandonou os filhos para se casar novamente. As crianças foram entregues aos cuidados de uma instituição e Madalena adoeceu várias vezes. Por essas etapas dolorosas, Deus a guiou por estradas imprevisíveis.
Aos dezessete anos, desejou consagrar sua vida a Deus e por duas vezes tentou a experiência do Carmelo (Ordem dos Carmelitas). Mas sentiu que não era esta a sua vida. Retornou para a família, guardando secretamente no coração a sua vocação. No palácio, aceitou a administração do patrimônio familiar, surpreendendo a todos com seu talento para os negócios. Entretanto, nunca se interessou pelo matrimônio
Os tristes acontecimentos do século, políticos, sociais e eclesiais, marcados pelas repercussões da Revolução Francesa, bem como as alternâncias dos vários imperadores estrangeiros na região italiana, deixavam os rastros na devastação e no sofrimento humano, enchendo a sua cidade de pobres e menores abandonados.
Em 1801, duas adolescentes pobres e abandonadas pediram abrigo em seu palácio. Ela não só as abrigou como recolheu muitas outras. Pressentiu que este era o caminho do espírito e descobriu no Cristo Crucificado o ponto central de sua espiritualidade e de sua missão. Abriu as portas de seu palácio e fez dele uma comunidade religiosa.
Sete anos depois, Madalena foi para o bairro mais pobre de Verona, para concretizar seu ideal de evangelização, fundando a congregação das Filhas da Caridade, para a formação de religiosas educadoras dos pobres e necessitados.
Seguindo o exemplo de Maria, a Mãe de Jesus, ela deixou que o espírito a guiasse até os pobres de outras cidades italianas. Em poucos anos as fundações se multiplicaram, e a família religiosa cresceu a serviço de Cristo.
Madalena de Canossa, faleceu na cidade de Verona, no dia 10 de Abril de 1835.
As congregações foram para o Oriente em 1860. Atualmente, estão presentes nos cinco continentes e são chamados de irmãs e irmãos Canossianos.
Em 1988, o papa João Paulo II proclamou-a santa Madalena de Canossa, determinando o dia de sua morte para seu culto litúrgico

Saiba mais:
Vós Sereis Testemunhas de tudo isso (Lucas 24,35-48)
Card. Angelo representará o Papa em beatificação de Nhá Chica
Missa de abertura da 51ª Assembleia Geral no Santuário Nacional de Aparecida






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quinta-feira, 9 de maio de 2013

DESABAFO

       Já escrevi tanto que nem me lembro se escrevi isto no meu blog, mas sinto hoje a necessidade de me desabafar.

    Dizem que mente fazia está sempre buscando algo para trabalhar, e isto é a mais pura verdade, meu corpo habituou com meus compromissos, era para eu estar tomando banho para ir na evangelização no presidio.

      Não fui porque necessito de alguém para me levar até onde encontro com o padre, isto é quando não vou de ônibus.(Quando o padre não vai vou de ônibus, pra mim ir de ônibus e o padre de carro dá um enorme desvio, é o horário de chegada, a entrada e....então é melhor nem ir.

     Quando vi que não ia dar para me ir mesmo, fiz igual aos preguiçosos, Ah! Que bom vou dormir amanhã ate meio dia.

    JESUS me acordou e me disse: "EU disse que se preciso for pregará encima dos telhados."

Eu comecei evangelizar nos presídios mais serio com 19 anos, a primeira visita eu tinha 13 anos, eu me compadecia de ver aquelas pessoas ali, era uma casa no centro da cidade, Cons Lafaiete, uma cidade bem pequenina, lembro que a senhora (D. MARIA) que me levava, me dava cigarro para dar para eles, nós conversava um pouco com eles,  aqueles que fumava entregava 1 cigarro, não é um maço é um cigarro, eu ficava encantada de ver a alegria deles em receber "um" cigarro, na minha Inocência e na caridade da DONA MARIA, era um meio de dar-lhes um pouco de alegria, todos sabem como é triste um vicio.

  Nesta época trabalhava com os doentes, com os mendigos e  dependentes químicos, mas de uma forma diferente, o prefeito da cidade era primo do meu marido,  um homem muito justo e caridoso, ele me deu a oportunidade e acesso a uma ambulância com motorista,eu não parava nem para comer, os doentes levava pra Santa Casa, os dependentes para o hospital Mantiqueira,era uma clinica,e os "mendigos",que para mim são os tesouros de DEUS,levava para o alberque. Como eu era feliz, e trabalha sempre na igreja,na catequese, mas meu forte era na organização do més de maio e més de junho onde preparava todas as crianças meninos e meninas para coroação de MARIA no més de MAIO, e os meninos no més de JUNHO ao SAGRADO CORAÇÃO de JESUS, que trabalho mais lindo, porque envolvia todas as crianças daquela Paroquia, de 1  aos 13 anos, fazia tudo que gostava mas não me preenchia estava sempre vazia, e sofria muito com a família minha família nunca aprovou, e nem aprova até hoje o meu trabalho, minha família sempre quis que eu fosse outra pessoa..Até hoje frustei  minha família, só o meu pai que me dava conselho e sempre me apoiou, mas DEUS o levou tão cedo deixando-me órfão.

   DEUS tem um proposito para cada um de nós:

Até aqui trabalhei voluntaria, o conselho da Santa Casa me ofereceu uma proposta de trabalho, assistente Social, eu ri nê? Eu semi-analfabeta trabalhar como assistente social, eles me falavam que eu já era, automaticamente, só me pediu para fazer um curso  de dactilografia, que barato eu lá lutando com aquela maquina de escrever, fiz quando estava no fim vim pra cá meus irmão que enviou-me o diploma pelo correio,quando peguei o diploma na mão aqui em Sorocaba perguntava pra JESUS o que eu vou fazer com este diploma, deixei tudo casa, família, a chance de um emprego, será que aqui vou encontrar um emprego com este diploma? Guardei meu diploma na gaveta, faço os mesmos trabalhos, mas de uma forma muito diferente.

E durante todos esses anos vejo como as coisas piora cada dia mais.Eu tenho sede de justiça, DEUS foi me colocar em uma cidade grande, que está crescendo cada dia mais e comprometendo mas o projeto de DEUS.

Eu já fiz até o impossivel, sei que eu nunca vou consertar o mundo, uma cidade, ou reformar uma igreja, mas enquanto eu existir, quero que a ultima batida do meu coração, o meu ultimo respirar seja em prol do bem comum, seja pela justiça, e para que seja um ato do caminhar de JESUS aqui na terra.

Quando eu conheci a RCC me deu muita esperança, pensei que ela ia me ajudar, Fui pregadora, fui coordenadora de intercessão etc.Mas primeiro temos que obedecer a DEUS, eu sinto DEUS muito forte na minha vida, ELE me deu todas as oportunidades na minha vida,o dom de Cura, de Libertação, poderia ser famosisima, mas não é isto que DEUS quer para mim, ELE quer a cura da alma, não adianta as pessoas ficarem como boiadas correndo pra qui e pra li, atrás de curas, prodígios e milagres, é exatamente isto que muitos vem procurando, mas JESUS está cada dia sendo deixado de lado, a RCC é maravilhosa, mas se a evangelização fosse uma formação para dar continuidade nos projetos de JESUS, eu não parei de ir nos grupos, só não abandonei os outros trabalhos porque as igrejas estão muito carente de gente nas pastorais, porque as pessoas estão sendo mal informadas, achando que vive só de grupos de oração, e não esta acontecendo tantas curas verdadeiras e nem tantos milagres assim. Que bom seria se todas as pessoas que são pregadores são servos fossem até aos excluídos, nos presídios, nos hospitais, se pegasse de verdade as pessoas que estão nas ruas,como seria bom se nós parassem de brincar de evangelizar e arregaçasse mesmo as mangas para este trabalho, levantasse mesmo a bandeira, e jogasse fora as peneiras que fica catando só pessoas de nosso entenrece.

  Como seria bom, se os padres carismáticos fosse celebrar missas nestes lugares gritasse para que todos pudessem ouvir a voz de DEUS, e curasse e libertasse mesmo de verdade.

  Deus precisa de nós,não podemos ir como aliança de misericordia,(eu não sou uma pessoa burra e nem ignorante, fiz o convivio, sei que precisa dos que vivem em comunidade, os consagrados),o que não podemos é ter uma igreja  Católica a par, com títulos como aliança de misericordia ou  RCC, temos que ir como igreja de JESUS CRISTO, não podemos ser igreja católica com carismas diferentes, não podemos tirar as pessoas de dentro da igreja,para ser aliança de misericordia e nem rcc, temos que ser CATÓLICOS APOSTÓLICOS ROMANOS, de mãos dadas juntos com JESUS e MARIA, tirar as pessoas dos vícios, das doenças, das prisões para ser católicos, para dar continuidade nos projetos de DEUS, trabalhar nos ,paroquias e comunidades, enquanto um tiver puxando a sardinha pro seu lado o capeta esta fazendo a festa. Não existe padre melhor do que o outro existe o padre,homem escolhido por DEUS que faz as mesmas coisas que JESUS fazia enquanto estava aqui na terra,e se o padre não está sendo como nós queríamos que fosse é culpa nossa, a nossa obrigação é estar ajudando-o, e rezar noite e dia por eles, ai sim , não é eu criticando ou falando mal dele que vamos endireita-lo ele é quem tem o poder de endireitar nós, o nosso maior pecado é ir confessar nossos pecados para outros padres que não seja o seu pastor,a confissão esta virando mercado,eu vou aonde eu quero, onde me sinto bem,e é nesta que pecamos mais, é fácil  enganar um padre, mas é difícil  fazer um pão virar CARNE DE JESUS.

Eu tive o privilegio de viver em uma cidade onde todos eram católicos, só tinha uma família que era testemunha de Jeová que lutava para tirar as pessoas de dentro da igreja , para ficar junto com ele, mas era em vão quando os padres percebia que alguem estava afastando, o padre fazia igual JESUS deixava as noventa e nove e ia atrás da descarada e trazia de volta, eu presenciei muito isto, infelizmente todos os padres desta época   já faleceram e para minha tristeza chegando um dia na casa na minha mãe recebi um papel onde anunciava a inauguração da primeira igreja evangelica em Cons. Lafaiete, há uns 10 anos atrás. no papel tinha um chave, eu tenho certeza que aquela chave é a chave da porta do inferno, eu sofri muito e chorrei muito. Tenho minha plena consciencia no mal que tudo isto faz a humanidade, e onde está os erros e as falhas. Por isto eu sofro e luto para que aja um só rebanho e um só pastor. Este é o sonho e o pedido de DEUS .

O exemplo tem que vir da nossa consciência, não pode existir competição dentro da nossa igreja, nos somos a igreja de JESUS Cristo





quarta-feira, 10 de abril de 2013

Santa Madalena

Madalena Gabriela Canossa nasceu no dia 1º de março de 1774 na cidade italiana de Verona, que pertencia à sua nobre e influente família.
Seu pai faleceu quando tinha cinco anos. Sua mãe abandonou os filhos para se casar novamente. As crianças foram entregues aos cuidados de uma instituição e Madalena adoeceu várias vezes. Por essas etapas dolorosas, Deus a guiou por estradas imprevisíveis.
Aos dezessete anos, desejou consagrar sua vida a Deus e por duas vezes tentou a experiência do Carmelo (Ordem dos Carmelitas). Mas sentiu que não era esta a sua vida. Retornou para a família, guardando secretamente no coração a sua vocação. No palácio, aceitou a administração do patrimônio familiar, surpreendendo a todos com seu talento para os negócios. Entretanto, nunca se interessou pelo matrimônio
Os tristes acontecimentos do século, políticos, sociais e eclesiais, marcados pelas repercussões da Revolução Francesa, bem como as alternâncias dos vários imperadores estrangeiros na região italiana, deixavam os rastros na devastação e no sofrimento humano, enchendo a sua cidade de pobres e menores abandonados.
Em 1801, duas adolescentes pobres e abandonadas pediram abrigo em seu palácio. Ela não só as abrigou como recolheu muitas outras. Pressentiu que este era o caminho do espírito e descobriu no Cristo Crucificado o ponto central de sua espiritualidade e de sua missão. Abriu as portas de seu palácio e fez dele uma comunidade religiosa.
Sete anos depois, Madalena foi para o bairro mais pobre de Verona, para concretizar seu ideal de evangelização, fundando a congregação das Filhas da Caridade, para a formação de religiosas educadoras dos pobres e necessitados.
Seguindo o exemplo de Maria, a Mãe de Jesus, ela deixou que o espírito a guiasse até os pobres de outras cidades italianas. Em poucos anos as fundações se multiplicaram, e a família religiosa cresceu a serviço de Cristo.
Madalena de Canossa, faleceu na cidade de Verona, no dia 10 de Abril de 1835.
As congregações foram para o Oriente em 1860. Atualmente, estão presentes nos cinco continentes e são chamados de irmãs e irmãos Canossianos.
Em 1988, o papa João Paulo II proclamou-a santa Madalena de Canossa, determinando o dia de sua morte para seu culto litúrgico


segunda-feira, 1 de abril de 2013

NOVENA DA DIVINA MISERICORDIA

   
                                          
                                       NOVEVENA DA DIVINA MISERICODIA


                                                                   PRIMEIRO DIA

   Hoje, traze-Me a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores e mergulha-os no oceano da minha misericordia.

Com isso Me consolarás na amarga tristeza em que a perda das almas Me afunda.
    Misericordiosissimo Jesus, de quem é proprio ter compaixão de nós e de nos perdoar, não olheis os nossos pecados,mas a confiança que depositamos em vossa infinita bondade.

     Acolhe-nos na mansão do vosso compassivo Coração e nunca  nos deixeis sair d'ELE. Nós vo-lo pedimos pelo amor que Vós une ao Pai e ao Espirito Santo.

   Ó onipotencia da misericordia divina,
   Socorro para o Homem pecador,
    Vós sois o oceano de misericordia e de amor,
    E ajudais a quem Vos pede humildemente.

   Eterno Pai olhai com misericordia para toda Humanidade,  encerrada no coração compassivo de Jesus, mas especialmente para os pobres pecadores. Pelo Sua dolorosa Paixão mostrai-nos a Vossa misericordia, pelos seculos dos seculos. Amém.

segunda-feira, 11 de março de 2013

EUCARISTIA - ORAÇÕES




Eucaristia    -     Orações


«Eis o pão que os anjos comem transformado em pão do homem; só os filhos o consomem» (Sequência da festa)

Deus todo-poderoso e eterno, eis que me aproximo do sacramento do Teu Filho único, Nosso Senhor Jesus Cristo. Doente, venho ao médico de Quem a minha vida depende; manchado, à origem da misericórdia; cego, ao fogo da luz eterna; pobre e desprovido de tudo, ao Senhor do céu e da terra.

Imploro, pois, a Tua generosidade imensa e inesgotável a fim de que Te dignes curar as minhas enfermidades, lavar as minhas manchas, iluminar a minha cegueira, compensar a minha indigência, cobrir a minha nudez; e que assim possa receber o pão dos anjos (Sl 77, 25), o Reis dos reis, o Senhor dos senhores (1Tim 6, 15), com todo o respeito e humildade, toda a contrição e devoção, toda a pureza e fé, toda a determinação de propósitos e a rectidão de intenção que a salvação da minha alma exige.

Permite, peço-Te, que não receba simplesmente o sacramento do Corpo e Sangue do Senhor, mas toda a força e eficácia do sacramento. Deus cheio de doçura, permite-me receber de tal maneira o Corpo do Teu Filho único, Nosso Senhor Jesus Cristo, este corpo material que Ele recebeu da Virgem Maria, que mereça ser incorporado no Seu Corpo místico e fazer parte dos seus membros.

Pai cheio de amor, permite que eu possa um dia contemplar de rosto descoberto e por toda a eternidade este Filho bem amado que me preparo para receber agora sob o véu que convém à minha condição de viajante. Ele que, sendo Deus, vive e reina Contigo na unidade do Espírito Santo pelos séculos e séculos. Amém.



1° de julho Mês dedicado ao Sangue de Cristo

Instituída em 1849 pelo Papa Pio IX em ação de graças pela vitória alcançada pelos exércitos franceses e pontifícios sobre a revolução, que expulsara de Roma o Pontífice, a festa do Preciosíssimo Sangue foi elevada a rito duplo de 1ª classe por Pio XI, por ocasião de ocorrência do 1900º aniversário da morte do Salvador.

Deixando de parte as circunstâncias particulares que motivaram a instituição da festa, a liturgia dela recorda-nos, sobretudo as graças de que somos devedores ao Preciosíssimo Sangue do Redentor. Para além da tragédia do Calvário e o golpe da lança que varou o lado de Jesus, procura fazer-nos compreender, sobretudo o alcance que todo esse mistério dom Deus padecente envolve sobre a salvação das nossas almas.

Com profundo sentimento de ação de graças, rendemos de veneração e de amor ao Sangue Preciosíssimo de Jesus, que o sacerdote oferece a Deus no altar.

Hino

Regurgitam de cânticos as praças e as ruas e a alegria fulgura como o sol na fronte de todos. E vós, anciãos e crianças, saí em cortejo à rubra claridade dos trandões. Amém.

Na presença do Sangue que Jesus Cristo, cravado na Cruz, derramou por inumeráveis feridas, saibamos que fica bem ao menos, pensar nEle com lágrimas.

O velho Adão, com o seu crime, tinha inoculado a morte no coração do homem. Porém a inocência e o extremado amor do novo Adão lhe restituem a vida.

Se o Pai supremo ouviu do alto dos Céus o grito do Filho na agonia, certamente que Se deixou aplacar e nos deu o Seu perdão.

Quem banhar as vestes neste Sangue apagar-lhes-á toda a mancha. E ficará tão formoso na púrpura das cores que igualará os anjos e aprazerá ao Rei.

Que ninguém se extravie do caminho reto. É preciso tocar na meta final, onde Deus, que nos ajuda com a Sua graça, espera por nós com a coroa dos vencedores.

Sede pois propício, ó Pai onipotente, e recebei lá no alto dos Céus os que remistes com o Sangue do Vosso Filho e constantemente confortais com o Vosso Espírito de paz. Amém.

V. Resgataste-nos, Senhor, com o Vosso Sangue.

R. E fizestes de nós um reino para o Nosso Deus



Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viviam no mosteiro de São Legoziano os Monges de São Basílio, e entre eles havia um que se fazia notar mais por sua cultura mundana do que pelo conhecimento das coisas de Deus. 

Ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu verdadeiro Sangue. Certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo. 

Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre, permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse: Ó bem aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos.


Carne e sangue conservados até hoje

O Sangue está contido numa antiga ampola de cristal de rocha. Os Frades Menores Conventuais guardam o Milagre desde 1252, por determinação do Bispo de Chieti, Laudulfo, e por Bula Pontifícia de 12.05.1252. Antes disso, executavam essa tarefa os Monges Basilianos até 1176 e os Beneditinos de 1176 a 1252. Em 1258 os Franciscanos construíram o Santuário atual que em 1700 sofreu uma transformação do estilo românico gótico para o barroco. O Milagre foi colocado inicialmente em uma capela ao lado do altar principal, passando em 1636 para um altar lateral da Nave onde ainda se conserva a antiga custódia em ferro batido e placa comemorativa. 

Em 1902, o Milagre foi colocado no segundo tabernáculo do altar monumental construído no centro do presbitério pela população de Lanciano. 

Aos vários reconhecimentos eclesiásticos, seguem-se em 1970, 1971 e 981 os reconhecimentos científicos, executados pelo prof. Edoardo Luioli (livre docente em Anatomia e Histologia Patológica e em Química e Microscopia Clínica), coadjuvado pelo prof. Ruggero Berteli (Universidade de Siena). As análises, procedidas com absoluto rigor científico e documental de uma série de fotografias ao microscópio, deram estes resultados.


Constatação científica

A Carne é carne verdadeira. O Sangue é sangue verdadeiro. 
A Carne e o Sangue pertencem a espécie humana. 
A Carne pertence ao Coração em sua estrutura essencial. 
Na Carne estão presentes, em secções, o miocárdio, o endocárdio, o nervo vago e, pela expressiva espessura do miocárdio, o ventrícolo cardíaco esquerdo. 
A Carne e o Sangue pertencem ao mesmo grupo sanguíneo AB. 
No Sangue foram encontradas as proteínas normalmente existentes e nas proporções percentuais idênticas às encontradas no sangue normal fresco. 
No Sangue foram encontrados também os minerais cloro, fósforo, magnésio, potássio, sódio e cálcio. 
A conservação da Carne e do Sangue miraculosos, deixados em estado natural durante doze séculos e expostos aos agentes físicos, atmosféricos e biológicos constitui um Fenômeno Extraordinário. 
Concluindo, pode-se dizer que a Ciência, chamada a manifestar-se, deu uma resposta segura e definitiva a respeito da autenticidade do Milagre Eucarístico de Lanciano. 
E antes mesmo de redigirem o documento sobre o resultado das pesquisas realizadas em Arezzo, os Doutores Linoli e Bertellli enviaram aos Frades um telegrama dizendo: “E o Verbo se fez Carne!”.

Jesus Cristo, o Pão da Vida


Jesus Cristo antes de sua entrega total na Cruz, para a salvação do gênero humano, quis doar-se inteiramente na ceia eucarística. Para assim, permanecer no pão que dá a vida a todos aqueles que se aproximarem Dele e desejar comer e beber do seu sangue terem a vida eterna. 

Sim, Ele esta verdadeiramente na Eucaristia; é o Corpo de Cristo (Corpus Christi), vida para o mundo, atualização da Salvação. Pão que nutre o mundo e arrebata a todos da mão da morte. Queremos adorar o Senhor O Pão da vida, pois “os verdadeiros adoradores adorarão em espírito e verdade” (cf. Jo 4, 23). 

Ao participarmos da ceia Eucarística, o Cristo une a nós. “A que ponto esta unidade é natural em nós, o mesmo Senhor declara: Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu nele (Jo 6, 56). Realmente, ninguém poderá estar em Cristo, se Cristo não estiver nele; isto é, Cristo somente assume em si a carne daquele que recebe a sua”. (Do Tratado sobre a Trindade, de Santo Hilário, bispo). 

Não tenha receio de se aproximar de Cristo que se dar inteiramente a cada um de nós na Eucaristia, para a nossa purificação. Cristo quer estar todo unido a nós.





No final do século XIII surgiu em Lieja, Bélgica, um Movimento Eucarístico cujo centro foi a Abadia de Cornillon fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Lieja. Este movimento deu origem a vários costumes eucarísticos, como por exemplo, a exposição e bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos durante a elevação na Missa e a festa do Corpus Christi.

Santa Juliana de Mont Cornillon, priora da Abadia, foi escolhida, por Deus para criar esta Festa. A santa desde jovem teve uma grande veneração ao Santíssimo Sacramento. Esperava que algum dia tivesse uma festa especial ao Sacramento da Eucaristia. Este desejo, conforme a tradição foi intensificado por uma visão que teve da Igreja sob a aparência de lua cheia com uma mancha negra, que significada a ausência dessa solenidade.

Juliana comunicou esta imagem a Dom Roberto de Thorete, bispo de Lieja, também ao douto Dominico Hugh, mais tarde cardeal legado dos Países Baixos e Jacques Pantaleón, mais tarde o Papa Urbano IV. A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264, 6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos. Santa Juliana de Mont Cornillon foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente VIII. 

Dom Roberto não viveu para ver a realização de sua ordem, já que morreu em 16 de outubro de 1246, mas a festa foi celebrada pela primeira vez no ano seguinte, na quinta-feira após à festa da Santíssima Trindade. Mais tarde um bispo alemão conheceu os costumes e o levou por toda atual Alemanha.

Certa vez, quando o padre Pedro de Praga, celebrou uma Missa na cripta de Santa Cristina, em Bolsena, Itália, aconteceu um milagre eucarístico: da hóstia consagrada começaram a cair gotas de sangue sobre o corporal após a consagração. Alguns dizem que isto ocorreu porque o padre teria duvidado da presença real de Cristo na Eucaristia.

O Papa Urbano IV (1262-1264), que residia em Orvieto, cidade próxima de Bolsena, onde vivia S. Tomás de Aquino, informado do milagre, então, ordenou ao Bispo Giacomo que levasse as relíquias de Bolsena a Orvieto. Isso foi feito em procissão. Quando o Papa encontrou os fiéis caminhando na entrada de Orvieto, teria então pronunciado diante da relíquia eucarística as palavras: “Corpus Christi”. 

Ainda hoje se conservam, em Orvieto, os corporais onde se apóia o cálice e a patena durante a Missa e também se pode ver a pedra do altar em Bolsena, manchada de sangue.


Instituição da Festa

O Santo Padre movido pelo prodígio, e pelo pedido de vários bispos, fez com que se estendesse a festa do Corpus Christi a toda a Igreja por meio da bula "Transiturus" de 8 setembro do mesmo ano, fixando-a para a quinta-feira depois da oitava de Pentecostes. 

O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu logo em seguida (2 de outubro de 1264), um pouco depois da publicação do decreto, prejudicando a difusão da festa. Mas o Papa Clemente V tomou o assunto em suas mãos e, no Concílio Geral de Viena (1311) ordenou mais uma vez a adoção desta festa. 

Em 1317 é promulgada uma recopilação de leis, por João XXII, e assim a festa é estendida a toda a Igreja. Na diocese de Colônia na Alemanha, a festa de Corpus Christi é celebrada antes de 1270.

Procissão


Na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, quando começou as homenagens ao Santíssimo Sacramento a procissão eucarística acontecia só dentro da igreja. Em 1247, aconteceu a primeira procissão eucarística pelas ruas de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional na Bélgica. 

Nenhum dos decretos fala da procissão com o Santíssimo como um aspecto da celebração. Porém estas procissões foram dotadas de indulgências pelos Papas Martinho V e Eugênio IV, e se fizeram bastante comuns a partir do século XIV. 

Finalmente, o Concílio de Trento declara que muito piedosa e religiosamente foi introduzido na Igreja de Deus o costume, que todos os anos, o santíssimo seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos. 

Todo católico deve participar dessa Procissão por ser a mais importante de todas que acontecem durante o ano, pois é a única onde o próprio Senhor sai às ruas para abençoar as pessoas, as famílias e a cidades

Tapetes, arte e religiosidade

Em muitos lugares criou-se o belo costume de enfeitar as casas com oratórios e flores e as ruas com tapetes ornamentados, tudo em honra do Senhor que vem visitar o seu povo. 

No dia dedicado ao Corpo de Deus (Corpus Christi), várias cidades brasileiras, organizam procissões, que percorrem as ruas enfeitadas com tapetes. A confecção de tapetes de rua é uma magnífica manifestação de arte popular 

Utilizando diversos tipos de materiais, como serragem colorida, borra de café, farinha, areia e alguns pequenos acessórios, como tampinhas de garrafas, flores e folhas, as pessoas montam, com grande arte, um tapete pelas ruas, formando desenhos relacionados ao Santíssimo. 

Por este tapete passa a procissão, o sacerdote vai á frente carregando o ostensório e em seguida pelas pessoas que participam da festa. Tudo isto tem muito sentido e deve ser preservado.


Texto: Reinaldo Cazumbá – Comunidade Canção Nova

Lista de 10 Milagres Eucaristico 


Por Prof. Felipe Aquino

A revista “Jesus” das Edições Paulinas de Roma, publicou uma matéria do escritor Antonio Gentili, em abril de 1983, pp. 64-67, onde apresenta uma resenha de milagres eucarísticos. Há tempos, foi traçado um “Mapa Eucarístico”, que registra o local e a data de mais de 130 milagres, metade dos quais ocorridos na Itália. São muitíssimos os milagres eucarísticos no mundo todo. Por exemplo, Marthe Robin, uma francesa, milagre eucarístico vivo, alimentou-se durante mais de quarenta anos só de Eucaristia. Teresa Newmann, na Alemanha, durante mais de 36 anos alimentou-se só de Eucaristia. 


1 – Lanciano – Itália – no ano 700 

Em Lanciano – séc. VIII. Um monge da ordem de São Basílio estava celebrando na Igreja dos santos Degonciano e Domiciano. Terminada a Consagração, que ele realizara, a hóstia transformou-se em carne e o vinho em sangue depositado dentro do cálice. O exame das relíquias, segundo critérios rigorosamente científicos,, foi efetuado em 1970-71 e outra vez em 1981 pelo Professor Odoardo Linoli, catedrático de Anatomia e Histologia Patológica e Química e Microscopia Clínica, Coadjuvado pelo Professor Ruggero Bertelli, da Universidade de Siena. Resultados: 

1) A hóstia é realmente constituída por fibras musculares estriadas, pertencentes ao miocárdio. 

2) Quanto ao sangue, trata-se de genuíno sangue humano. Mais: o grupo sangüíneo ‘A’ que pertencem os vestígios de sangue, o sangue contido na carne e o sangue do cálice revelam tratar-se sempre do mesmo sangue grupo ‘AB’ (sangue comum aos Judeus). Este é também o grupo que o professor Pierluigi Baima Bollone, da universidade de Turim, identificou no Santo Sudário. 

3) Apesar da sua antigüidade, a carne e o sangue se apresentam com uma estrutura de base intacta e sem sinais de alterações substanciais; este fenômeno se dá sem que tenham sido utilizadas substâncias ou outros fatores aptos a conservar a matéria humana, mas, ao contrário, apesar da ação dos mais variados agentes físicos, atmosféricos, ambientais e biológicos. 

2 – Orvieto – Bolsena – Itália – 1263 Inicio da Festa de Corpus Christi 

A Festa de “Corpus Christi” é a celebração em que solenemente a Igreja comemora o Santíssimo Sacramento da Eucaristia; sendo o único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão às nossas ruas. Nesta festa os fiéis agradecem e louvam a Deus pelo inestimável dom da Eucaristia, na qual o próprio Senhor se faz presente como alimento e remédio de nossa alma. A Eucaristia é fonte e centro de toda a vida cristã. Nela está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, o próprio Cristo. 

A Festa de Corpus Christi surgiu no séc. XIII, na diocese de Liège, na Bélgica, por iniciativa da freira Juliana de Mont Cornillon, (†1258) que recebia visões nas quais o próprio Jesus lhe pedia uma festa litúrgica anual em honra da Sagrada Eucaristia. 

Aconteceu que quando o padre Pedro de Praga, da Boêmia, celebrou uma Missa na cripta de Santa Cristina, em Bolsena, Itália, ocorreu um milagre eucarístico: da hóstia consagrada começaram a cair gotas de sangue sobre o corporal após a consagração. Dizem que isto ocorreu porque o padre teria duvidado da presença real de Cristo na Eucaristia. 

O Papa Urbano IV (1262-1264), que residia em Orvieto, cidade próxima de Bolsena, onde vivia S. Tomás de Aquino, ordenou ao Bispo Giacomo que levasse as relíquias de Bolsena a Orvieto. Isso foi feito 

em procissão. Quando o Papa encontrou a Procissão na entrada de Orvieto, pronunciou diante da relíquia eucarística as palavras: “Corpus Christi”. 

Em 11/08/1264 o Papa aprovou a Bula “Transiturus de mundo”, onde prescreveu que na 5ª feira após a oitava de Pentecostes, fosse oficialmente celebrada a festa em honra do Corpo do Senhor. São Tomás de Aquino foi encarregado pelo Papa para compor o Ofício da celebração. O Papa era um arcediago de Liège e havia conhecido a Beata Cornilon e havia percebido a luz sobrenatural que a iluminava e a sinceridade de seus apelos. 

Em 1290 foi construída a belíssima Catedral de Orvieto, em pedras pretas e brancas, chamada de “Lírio das Catedrais”. Antes disso, em 1247, realizou-se a primeira procissão eucarística pelas ruas de Liège, como festa diocesana, tornando-se depois uma festa litúrgica celebrada em toda a Bélgica, e depois, então, em todo o mundo no séc. XIV, quando o Papa Clemente V confirmou a Bula de Urbano IV, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial. 

Em 1317, o Papa João XXII publicou na Constituição Clementina o dever de se levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas. A partir da oficialização, a Festa de Corpus Christi passou a ser celebrada todos os anos na primeira quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade. 

Todo católico deve participar dessa Procissão por ser a mais importante de todas que acontecem durante o ano, pois é a única onde o próprio Senhor sai às ruas para abençoar as pessoas, as famílias e a cidade. Em muitos lugares criou-se o belo costume de enfeitar as casas com oratórios e flores e as ruas com tapetes ornamentados, tudo em honra do Senhor que vem visitar o seu povo. 

Começaram assim as grandes procissões eucarísticas, as adorações solenes, a Bênção com o Santíssimo no ostensório por entre cânticos. Surgiram também os Congressos Eucarísticos, as Quarenta Horas de Adoração e inúmeras outras homenagens a Jesus na Eucaristia. Muitos se converteram e todo o mundo católico. 

3 – Ferrara – 28/03/1171 

Aconteceu este milagre na Basílica de Santa Maria in Vado, no século XII. Propagava-se com perigo a heresia de Berengário de Tours (†1088), que negava a Presença real de Cristo na Eucaristia. Aos 28 de março de 1171, o Pe. Pedro de Verona, com três sacerdotes celebravam a Missa de Páscoa; no momento de partir o pão consagrado, a Hóstia se transformou em carne, da qual saiu um fluxo de sangue que atingiu a parte superior do altar, cujas marcas são visíveis ainda hoje. Há documentos que narram o fato: um “Breve’ do Cardeal Migliatori (1404). – Bula de Eugênio IV (1442), cujo original foi encontrado em Roma em 1975. Mas, a descoberta mais importante deu-se em Londres, em 1981, foi encontrado um documento de 1197 narrando o fato. 

4 – Offida – Itália – 1273 

Ricciarella Stasio – devota imprudente, realizava práticas supersticiosas com a Eucaristia; em uma dessas profanações, a Hóstia se transformou em carne e sangue. Foram entregues ao pe. Giacomo Diattollevi, e são conservadas até hoje. Há muitos testemunhos históricos sobre este fato. 


5 – Sena – Cáscia - Itália – 1330 

Hoje este milagre é celebrado em Cássia, terra de Santa Rita de Cássia. Em 1330, um sacerdote foi levar o viático a um enfermo e colocou indevidamente, de maneira apressada e irreverente, uma Hóstia dentro do seu Breviário para levá-la ao doente grave. No momento da Comunhão, abriu o livro e viu que a Hóstia se liquefez e, quase reduzida a sangue, molhou as páginas do Livro. Então o sacerdote negligente apressou-se a entregar o livro e a Hóstia a um frade agostiniano de Sena, o qual levou para Perúgia a pagina manchada de sangue e para Cáscia a outra página onde a Hóstia ficou presa. A primeira página perdeu-se em 1866 mas a relíquia chamada de “Corpus Domini” é atualmente venerada na basílica de Santa Rita. 

6 – Turim – Itália – 1453

Na Alta Itália ocorria uma uma guerra furiosa pelo ducado de Milão. Os Piemonteses saquearam a cidade; ao chegarem a Igreja, forçaram o Tabernáculo. Tiraram o ostensório de prata, no qual se guardava o corpo de Cristo ocultando-no dentro de uma carruagem juntamente com os outros objetos roubados, e dirigiram-se para Turim. Crônicas antigas relatam que, na altura da Igreja de São Silvestre, o cavalo parou bruscamente a carruagem – o que ocasionou a queda, por terra, do ostensório – o ostensório se levantou nos ares “com grande esplendor e com raios que pareciam os do sol”. Os espectadores chamaram o Bispo da cidade, Ludovico Romagnano, que foi prontamente ao local do prodígio. Quando chegou, “O ostensório caiu por terra, ficando o corpo de Cristo nos ares a emitir raios refulgentes”. O Bispo, diante dos fatos, pediu que lhe levassem um cálice. Dentro do cálice, desceu a hóstia, que foi levada para a catedral com grande solenidade. Era o dia 9 de junho de 1453. Existem testemunhos contemporâneos do acontecimento (Atti Capitolari de 1454 a 1456). A Igreja de “Corpus Domini” (1609), que até hoje atesta o prodígio. 

7 – Sena – Itália – 1730

Na Basília de São Francisco, em Sena, pátria de Santa Catarina de Sena, durante a noite de 14 para 15 de março de 1730, foram jogadas no chão 223 hóstias consagradas, por ladrões que roubaram o cibório de prata onde elas estavam. Dois dias depois, as Hóstias foram achadas em caixa de esmolas misturas com dinheiro. Elas foram limpadas e guardadas na Basílica de São Francisco; ninguém as consumiu; e logo o milagre aconteceu visto que com o passar do tempo as Hóstias não se estragaram, o que é um grande milagre. A partir de 1914 foram feitos exames químicos que comprovaram pão em perfeito estado de conservação. 

8 – Milagre Eucarístico de Santarém – Portugal (1247)

Aconteceu no dia 16 de fevereiro de 1247, em Santarém, 65 km ao norte de Lisboa. O milagre se deu com uma dona de casa, Euvira, casada com Pero Moniz, a qual sofrendo com a infidelidade do marido, decidiu consultar uma bruxa judia que morava perto da igreja da Graça. Esta bruxa prometeu-lhe resolver o problema se como pagamento recebesse uma Hóstia Consagrada. Para obter a Hóstia, a mulher fingiu-se de doente e enganou o padre da igreja de S. Estevão, que lhe deu a sagrada Comunhão num dia de semana. Assim que ela recebeu a Hóstia, sem o padre notar, colocou-a nas dobras do seu véu. De imediato a Hóstia começou a sangrar. Assustada, a mulher correu para casa na Rua das Esteiras, perto da Igreja e escondeu o véu e a Hóstia numa arca de cedro onde guardava os linhos lavados. À noite o casal foi acordado com uma visão espetacular de Anjos em adoração à sagrada Hóstia sangrando. Varias investigações eclesiásticas foram feitas durante 750 anos. As realizadas em 1340 e 1612 provaram a sua autenticidade. Em 5 de abril de 1997, por decreto de D. Antonio Francisco Marques, Bispo de Santarém, a Igreja de S. Estevão, onde está a relíquia, foi elevada a Santuário Eucarístico do Santíssimo Sangue.

9 – Faverney, na França, em 1600 

O Milagre Eucarístico que aconteceu em Faverney, na França consistiu numa notável demonstração sobrenatural de superação da lei da gravidade. Faverney está localizado a 20 quilômetros de Vesoul, distante 68,7 quilômetros de Besançon.Um dos noviços chamado Hudelot, notou que o Ostensório que se encontrava junto Santíssimo Sacramento sobre o Altar, elevou-se e ficou suspenso no ar e que as chamas se inclinavam e não tocavam nele. Os Frades Capuchinhos de Vesoul também apressaram-se para observar e testemunhar o fenômeno. Embora os monges com a ajuda do povo, conseguiram apagar o incêndio que queria consumir toda a Igreja, o Milagre não cessou, o Ostensório com JESUS Sacramentado continuou flutuando no espaço. 

10 - Em Stich, Alemanha, 1970

Na região Bávara da Alemanha, junto à fronteira suíça, em 9 de junho de 1970, enquanto um padre visitante da Suíça estava celebrando uma Missa numa capela, uma série incomum de eventos aconteceu. Depois da Consagração, o celebrante notou que uma pequena mancha avermelhada começou a aparecer no corporal, no lugar onde o cálice tinha estado descansando. Desejando saber se o cálice tinha começado a vazar, o padre correu a mão dele debaixo do cálice, mas achou-o completamente seco. A esta altura, a mancha crescera, atingindo o tamanho de uma moeda de dez centavos. Depois de completar a Missa, o padre inspecionou todo o altar, mas não conseguiu encontrar qualquer coisa que pudesse ser remotamente a fonte da mancha avermelhada. Ele trancou o corporal que apresentava a mancha num local seguro, até que pudesse discutir o assunto com o pároco. 

Prof. Felipe Aquino –